ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: OBESIDADE, INTRA ABDOMINAL, VISCERAL, CENTRAL.TANTO O ADULTO COMO O JOVEM TEM UMA MAIOR SOBRECARGA GASTRO-INTESTINAL, PARA PODEREM DIGERIR A CARNE VERMELHA, E DIVERSAS DOENÇAS DURANTE O DECORRER DE SUAS VIDAS PODERÃO TER SIDO INICIADAS COM O HÁBITO DE COMER A CARNE VERMELHA EM LUGAR DE OUTROS TIPOS DE CARNE MAIS SAUDAVEIS.

As CARNES VERMELHAS devem ser consumidas com moderação porque independente da difícil digestão provocada por suas fibras, é um grande equivoco pensarmos que tirando a gordura que olhamos externamente, bem como nossa boa intenção de retirarmos com todo o cuidado, no sentido que nossa família não ingira tamanha quantidade de gordura, que obviamente não só levará ao aumento de peso com deposição em nosso organismo e provocará um grande estrago, mas nos esquecemos que a gordura contida na carne vermelha não vem só da parte visível, aproximadamente 30 % da gordura esta localizada entre fibras e a maioria das carne vermelhas não apresentam visualmente este 1/3 de gordura que não vemos ou até não temos conhecimento de sua existência. Portanto, não é somente o visual possivelmente agradável que temos que nos distanciar, mas a espada que é colocada em nossas cabeças dos efeitos colaterais tais como obesidade, obesidade intra abdominal, visceral, central, alem do aumento dos lípides (gorduras e seus companheiros de estragos), como o colesterol total, LDL colesterol, o desbalanceamento do bom colesterol HDL, quilomicrons (micro partículas de gorduras) que é o triglicérides. Não importa ter sabor agradável hoje, mas o estrago programado para o nosso corpo de forma evolutiva é inquestionável e desastroso, e só sentiremos isto quando nosso sistema cardiovascular e respiratório começar a dar seus primeiros sintomas. Entre as carnes mais desastrosas e gordas estão; Gordas: cupim, picanha, costela e bisteca bovina. Pseudo magras: coxão mole, fraldinha, alcatra, patinho, filé mignon, músculo. Portanto, não estamos questionando nenhum gourmet, nem um problema nutricional, mas o risco e a implicações médicas de curto, médio e longo prazo; também não estamos defendendo dogmas , opção de hábitos ou posições de crendices que pode levar ao estilo de vida vegetariano ou coisa parecida, apenas estamos dando uma informação que não é segredo para ninguém , além de possuir outras opções como peixes, aves, etc.
AUTORES PROSPECTIVOS 
Dr. João Santos Caio Jr
Endocrinologia – Neuroendocrinologia
CRM: 20611
Dra. Henriqueta V.Caio
Endocrinologia – Medicina Interna
CRM:28930
Como Saber Mais:
1.Carne é proteína e assim mesmo engorda ?
http://gorduraabdominal.blogspot.com
2.Carne de frango tem gordura e pode ser saudável ?
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3.Obesidade grau I faz mal ?
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DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOBRAFICA.
Referêrencia bibliográfica;
Huaidong Du, do Instituto Nacional de Saúde Pública e Meio Ambiente em Bilthoven, Holanda,Am J Clin Nutr. Publicado em 16 dezembro de 2009. Abstract.
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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: NOSSO CORPO É PERFEITO E POSSUI UM PONTO DE ESTABILIDADE A NÍVEL DE PESO, CASO PASSEMOS DO PONTO, ELE SE REFORMULARÁ COMEÇANDO SUA ANGUSTIA, MUDANDO A PRINCIPIO SEU ESTILO DE VIDA, O BOM-COLESTEROL ( HDL ) E O TRIGLICÉRIDES.

Entre a classe médica, sabe-se que o excesso de gordura abdominal, obesidade central, em particular a gordura visceral abdominal,  ou central que está relacionada a risco ao aumentado  de complicações relacionadas à obesidade, cada vez mais as pesquisas  comprovam que não adiante efetuar somente a alimentação, ou associa-la a exercícios físicos, é de extrema importância mudarmos todos os nossos detalhes com relação ao ESTILO de vida, nunca se esqueça que o nosso organismo possuem uma química perfeita distribuída através do nosso metabolismo orgânico, seja ela de que nível for incluindo obesidade intra visceral, abdominal ou central. Os trabalhos científicos tem examinados a associação entre fatores de risco metabólicos e manutenção da gordura visceral abdominal, obesidade central, após atitudes tomadas para perda de peso. As  avaliação em mulheres obesas na pós-menopausa, que concordaram em se submeter a um acompanhamento para a perda de peso, e chegaram a perder pelo menos 10% do peso inicial, tiveram um resultado significativo. O peso corporal, a gordura visceral abdominal ou central , foi avaliada através da tomografia computadorizada e os fatores de risco metabólicos, tais como, a pressão arterial, dislipidemia-Colesterol total, LDL colesterol mal colesterol, HDL colesterol , bom colesterol, Triglicérides que são quilomicros e glicemia, foram medidos antes do início do acompanhamento, ou seja, na semana zero, na semana após terminar o acompanhamento, ou seja, no 3º mes e após 2 anos de acompanhamento. As mulheres foram divididas em 2 grupos, de acordo com as mudanças em sua gordura visceral abdominal durante este periodo  : um grupo aumentou a gordura visceral abdominal obesidade central e outro manteve a diminuição da gordura visceral abdominal ou obesidade central. A mudança média da gordura visceral abdominal ou obesidade central das mulheres durante o acompanhamento, juntamente com mudanças, foi observada melhora em todos os fatores de riscos metabólicos exceto para o HDL- colesterol (bom-colesterol). Durante o período de acompanhamento, houve interação entre os 2 grupos de gordura visceral abdominal ou obesidade central em relação ao HDL- colesterol (bom-colesterol), os triglicérides e o colesterol total/HDL- colesterol. Em particular, o HDL- colesterol das que mantiveram a diminuição da gordura visceral abdominal ou obesidade central, melhorou e o valor durante o período superou o nível basal, ou seja, medido antes do início do acompanhamento. No entanto, a pressão arterial sistólica e diastólica, a tomografia computadorizada e o LDL- colesterol nas que mantiveram a diminuição da gordura visceral abdominal ou obesidade central como era esperado e de acordo com dezenas de trabalhos de pesquisas não poderiam apresentar , a não ser uma queda nos valores de tais níveis ou seja uma diminuição de tais níveis, pois seria um estimulo a obesidade intra abdominal, visceral ou central se as observações fossem diferentes. Por isso temos que tomar muito cuidado com a interpretação de alguns trabalhos, que dependendo do protocolo utilizado, podem observar situações antagônicas , que não possuem lógica nenhuma. A obesidade em qualquer grau tem se firmado em saúde publica como a epidemia do século XXI, seja ela Obesidade visceral, intra abdominal, central, controlada ou descontrolada, temos que avaliar nossas posições, afinal independente da área genética em nosso relacionamente família sempre, levamos alquem ao mesmo desastre. Através destas avaliações, fica claro porque a manutenção da diminuição da gordura visceral abdominal ou obesidade central, por um longo tempo após a perda de peso está associada com a melhora do HDL- colesterol e triglicérides em relação às mulheres obesas na pós-menopausa.
AUTORES PROSPECTIVOS 
Dr. João Santos Caio Jr
Endocrinologia – Neuroendocrinologia
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Como Saber Mais:
1. A obesidade visceral e esteatose (gordura no fígado), existem relações?
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2. É importante a perda da gordura visceral abdominal para diminuir hipertensão? 
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3. A obesidade pode levar à esteatose (gordura no fígado) hepática? 
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DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOBRAFICA.
Referências Bibliográficas:
T Matsuo, Y Kato, Y Murotake, M-K Kim, H Unno and K Tanaka
1. Graduate School of Comprehensive Human Sciences, University of Tsukuba, Tsukuba, Ibaraki, Japan
2. Sodegaura City, Sodegaura, Chiba, Japan
3. Unno Medical Clinic, Moriya, Ibaraki, Japan
International Journal of Obesity (2010) 34, 1742–1751; doi:10.1038/ijo.2010.95


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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: OBESIDADE E SAÚDE DA MULHER: A OBESIDADE (SOBREPESO, OBESIDADE, OBESIDADE ABDOMINAL, INTRA-ABDOMINAL, CENTRAL, VISCERAL) E AS GRAVES CONSEQUÊNCIAS QUE TRÁS À SAÚDE DAS MULHERES.

A obesidade afeta negativamente a saúde das mulheres de muitas maneiras distintas. Estar com sobrepeso ou obesidade (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral) para a mulher, significa o risco aumentado relativo de diabetes e doença arterial coronariana. Mulheres obesas têm maior risco de dor lombar e osteoartrite do joelho. A obesidade afeta negativamente tanto a contracepção e fecundidade. A obesidade materna está associada a maiores taxas de cesariana, bem como a maiores taxas de gravidez de alto risco, as condições obstétricas são mais delicadas, tais como diabetes e hipertensão. A gravidez é afetada negativamente pela obesidade materna (risco aumentado de mortalidade neonatal e malformações). A obesidade materna está associada a uma diminuição da intenção de amamentar, e diminuição da duração da amamentação. Parece haver uma associação entre obesidade e depressão em mulheres, apesar de fatores culturais poderem influenciar esta associação. Mulheres obesas têm maior risco de vários tipos de câncer, incluindo câncer de endométrio, câncer de colo uterino, câncer de mama e, talvez, o câncer de ovário. A prevalência da obesidade está aumentando. A Organização Mundial da Saúde – OMS – estima que mais de 1 bilhão de pessoas estão acima do peso, mas 300 milhões preenchem os critérios para a obesidade. Vinte e seis por cento das mulheres não grávidas com idades entre 20-39 estão com sobrepeso e 29% são obesas. Esta observação fará a revisão dos amplos alcances que a obesidade tem sobre a saúde reprodutiva e doenças crônicas em mulheres. Foi apresentada uma classificação para sobrepeso e obesidade (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral) baseada no IMC e na circunferência da cintura. Nas mulheres, a circunferência da cintura maior do que 88 cm é de alto risco para problemas cardiovasculares, enquanto nos homens, maior do que 102 cm é de alto risco para problemas cardiovasculares. O risco de diabetes mellitus tipo 2 (DM2) aumenta com o grau e a duração do excesso de peso ou será pior se tiver obesidade central ou visceral que é mais grave do que a quantidade de gordura de revestimento corporal. A gordura visceral aumenta o grau de resistência à insulina associada à obesidade. Por sua vez a resistência à insulina e o aumento da gordura visceral são algumas das características da síndrome metabólica, um conjunto de fatores de risco para desenvolver diabetes, hipertensão, dislipidemia e culmina com doenças cardiovasculares. Devido a esta gama de problemas, a obesidade na mulher deve ser combatida o quanto antes, para se evitar uma série de complicações, uma vez que algumas podem ter êxito letal.
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Dr. João Santos Caio Jr
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COMO SABER MAIS:
1.A obesidade trás sérias consequências à saúde da mulher?
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2.Mulheres obesas têm maior risco de vários tipos de câncer, incluindo câncer de endométrio, câncer de colo uterino, câncer de mama e, talvez, o câncer de ovário?
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3.A obesidade tem amplos alcances sobre a saúde reprodutiva e doenças crônicas em mulheres?
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Referências Bibliográficas: 
Teresa Kulie, MD; Slattengren André, DO; Redmer Jackie, MD, MPH; Condes Helen, MD; Eglash Anne, MD; Schrager Sarina, MD, MS
2011/02/27; J Am Board Fam Med. 2011, 24 (1) :75-85.
© 2011.
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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: OBESIDADE (CONTROLADA, DESCONTROLADA), EMAGRECER COM SAÚDE, ATIVIDADE FISICA E ACOMPANHAMENTO COM PROFISSIONAIS QUALIFICADOS RESULTADO CERTO E SAÚDE PERFEITA.

Nas últimas décadas tem havido rápido e crescente aumento no número de pessoas obesas, o que tornou a obesidade um problema de saúde pública. Evidências sugerem que grande parte da obesidade é mais devida ao baixo gasto energético que ao alto consumo de comida, enquanto a inatividade física da vida moderna parece ser o maior fator etiológico do crescimento dessa doença nas sociedades industrializadas. Para o tratamento da obesidade é necessário que o gasto energético seja maior que o consumo energético diário, o que nos faz pensar que uma simples redução na quantidade de comida através de dieta alimentar seja suficiente. No entanto, isso não é tão simples; tem sido demonstrado que mudança no estilo de vida, através de aumento na quantidade de atividade física praticada e reeducação alimentar, é o melhor tratamento. O princípio da individualidade, pelo qual se deve respeitar a individualidade biológica de cada indivíduo na prescrição de um determinado programa de exercícios, pois a mesma sobrecarga e modalidade de exercício irão provocar respostas de diferentes magnitudes em diferentes indivíduos. As adaptações fisiológicas promovidas pela realização de exercício físico retornam ao estado original quando o indivíduo retorna ao estilo de vida sedentário. A não procura pelo profissional correto em ajudar a cada tipo de individuo também pode trazer consequencias as vezes não muito boa, saúde é alimentação, exercicios físicos e mais ainda força de vontade para tomar decisões sabias para não achar que tudo se resume em fazer o que a outra pessoa faz, cada individuo tem seu metabolismo, então cada individuo tem seu tratamento e seu ritmo.
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Como Saber Mais:
1. O que é Qualidade de Vida?
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2. Dieta, Atividade Física, Reeducação alimentar envolve um trabalho muito sério com profissionais sérios, então se informe mais antes de fazer algo sozinho pois o importante é emagrecer com saúde.
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3. O que envolve a Síndrome Metabólica?
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Referencia Bibliográfica:
Obesity (2010) 18 6, 1071–1078. doi:10.1038/oby.2010.16
Tissue-Specificity and Ethnic Diversity in Obesity-
Related Risk of Cancer May Be Explained by Variability
in Insulin Response and Insulin Signaling Pathways
John R. Speakman1 and Michael I. Goran2.
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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: OBESIDADE ACONSELHAMENTO PARA A MUDANÇA DO ESTILO DE VIDA POR MÉDICOS, VISANDO DIMINUIR O PESO SOBREPESO, OBESIDADE, OBESIDADE ABDOMINAL, INTRA-ABDOMINAL, CENTRAL, VISCERAL E EVITAR GANHAR AINDA MAIS PESO.

O aconselhamento de médicos sobre o estilo de vida para pacientes com sobrepeso ou obesos (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral) evitarem maior ganho de peso, induz a comportamentos preventivos, de acordo com os resultados, de 3 anos de um acompanhamento clínico controlado e aleatório relatado em fevereiro no Archives of Internal Medicine .“A recuperação do peso após a perda inicial de peso é comum, o que indica a necessidade de aconselhamentos para prevenir o ganho de peso em vez da perda de peso”, segundo observações de Nancy ter CW bogt, MSC, do Centro Médico Universitário de Groningen, na Holanda, e colegas. Esta observação foi realizada, para determinar se o aconselhamento do estilo de vida conduzido por médicos para pacientes com sobrepeso e obesos (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral) pode evitar ainda mais o ganho de peso.”Esta observação foi efetuada num total de 457 pacientes com índice de massa corporal (IMC) de 25 a 40 kg/m², e hipertensão ou dislipidemia ou ambos, observados em clínicas distintas, divididos em 2 grupos. A idade média foi 56 anos e 52% dos indivíduos observados eram mulheres. Os participantes foram aleatoriamente designados para 2 grupos distintos, recebendo orientação de estilo de vida, com orientação de médicos e enfermeiras especializadas, usando um protocolo padronizado. Os resultados iniciais obtidos, foram as mudanças depois de 3 anos no peso corporal, circunferência da cintura, pressão arterial, glicemia de jejum e níveis de lipídios (gorduras) no sangue.Aproximadamente 60% ​​dos participantes foram capazes de manter o peso depois de 3 anos. No entanto, os níveis lipídicos e da pressão arterial não diferiram entre os 2 grupos.“Na maioria em ambos os grupos, o aconselhamento de estilo de vida conseguiu evitar ainda mais o ganho de peso.”Alguns pacientes apresentaram um menor número de visitas às enfermeiras especializadas após o primeiro ano de acompanhamento, que pode ser insuficiente para sustentar a perda de peso. Observa-se que usando o grupo de enfermeiras especializadas treinadas para prestar aconselhamento de estilo de vida limitado dentro de uma prática médica geral, não resultou em perda de peso clinicamente significativo, a longo prazo. No entanto, eles apontam que os grandes estudos clínicos multicêntricos sugerem que intervenções intensivas podem atingir perda de peso associada com melhores resultados de saúde. Para se fazer uma terapia eficaz para a obesidade será necessário o apoio e intervenções integradas em vários ambientes onde as pessoas ficam a maior parte do seu tempo. As intervenções para a perda de peso, visando primariamente a melhoria da saúde serão mais eficazes se os cuidados forem coordenados, reembolsados, mais sustentável e se for apoiado por ações complementares de múltiplas entidades, tais como o local de trabalho ou a comunidade onde vive. Estes sistemas requerem novos modelos de custo-benefício para determinar a abordagens mais eficientes e eficazes para populações específicas de pacientes.
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COMO SABER MAIS:
1.O aconselhamento de médicos sobre o estilo de vida que o paciente deve ter pode melhorar a qualidade de vida do paciente ?
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2.Com o aconselhamento médico sobre o estilo de vida o paciente pode apresentar melhoras no peso corporal, circunferência da cintura, pressão arterial, glicemia de jejum e níveis de lipídios (gorduras) no sangue?
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3.Aproximadamente 60% ​​dos participantes foram capazes de manter o peso depois de 3 anos?
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Referências Bibliográficas:
Arch Intern Med. . 2011, 171:306-313, 313-315. Nancy ter CW bogt, MSc, do Centro Médico Universitário de Groningen, na Holanda, e colegas Debra Haire-Joshu, PhD – Washington University School of Medicine, in St. Louis, Missouri – USA Samuel Klein, MD – Washington University School of Medicine, in St. Louis, Missouri – USA.
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